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01/03/2007 17:48
Estou fazendo um curso a distância on line, e tenho que fazer lições. É muito interessante porque interagimos com, até o momento, idéias livres. Estou meio perdido, porque toda hora tem intervenção e já perdi uma tarefa e não consigo postar. Mas no sábado teremos o presencial e vamos dirimir as nossas dúvidas. Já percebi que vai ser a tendência do futuro. E para mim será uma mão na roda. Dependendo poderemos estudar, como muitos já estudam, em Cambridge, Oxford, sem sair do lugar. É uma revolução. Há ainda um certo preconceito. Mas não tem volta. Tenho feito pequenos trabalhos livres até o momento. Estou aproveitando para postar aqui. É um exercício. Não sei da nota. Sou meio anarquista e nunca Faço o que pedem. Acho que é uma incompetência minha. Mas terei que aprender e estou aprendendo. Abaixo um texto que fiz.
DIDASCÁLIA
´Desde Comênio, passando por Rousseau, triangulando com Hebart, a didática não estacionou. E seria um contra-senso estacionar porque a dinâmica é inerente a todo tipo de educação. É da natureza do homem o encurtamento do espaço, a síntese, a minimização, sem no entanto perder a qualidade ou o conteúdo. Se observarmos diacronicamnete a evolução do mundo e da própria didática perceberemos radicais alterações. Todavia o escopo continua o mesmo: passar aquilo que se deve passar. Comênio muito contribuiu para uma hierarquização de valores - criando, se assim podemos dizer, um método: ensinar tudo o que se deve saber; mostrar a aplicação prática de tudo o que é ensinado; ensinar de maneira direta e clara; partir das causas; explicar os princípios gerais, ensinar no devido tempo; persistir no assunto até a sua perfeita compreensão; dar a devida diferença que existem entre as coisas. Já Rousseau centrou-se não no método mas na criança, vindo posteriormente Herbart valorizando o método e através dele a figura do professor. Depois desses pensadores centrais surgiram outros até os nossos dias contribuindo para o aprimoramento da didática. O tema não está esgotado, e pelo que se apresenta não se esgotará. Mas é de se perguntar: por que os homens até hoje ainda não aprenderam a viver em harmonia? Métodos não nos faltam, talvez nos faltem bons conteúdos.´
enviada por WILSON LUQUES COSTA
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