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06/03/2007 16:37
Olá caro Paulo Evaristo Videira
Li seus comentários. Aliás os únicos até aqui. Mas de uma inteligência tamanha. E digo tamanha, porque estive tête-à-tête e vi que aos 27 conhece como se fosse um homem de cem anos. Acrescento mais setenta só de inteligência. Vou ser sincero com você, você me vem com ´simploquético´ e ´pleonexia´ que eu estava longe (e você me desculpa porque ultimamente só venho lendo a folha de são paulo e alguns blogues) - embora balbucie alguns conceitos - mas estes me fugiam. Mas entendo o zero como um possível noûmeno kantiano. Aliás, já garatujei algumas coisas que ele seria aquele em si -- havendo uma possibilidade - só para filosofarmos mais um pouco - de os demais números serem os seus rebentos - e aí mudar o posicionamento do dito cujo. Não sendo zero mais, mas sim essência do um e o zero dando-nos aquele todo primeiro motor aristotélico. Mas é só um pensar. E se pensarmos bem não saímos da physis mesmo numa alusão aos estóicos se não me engano. Sendo humano, belo, bonito, homem, gente, etc categorias tão somente de uma physis, digamos assim, democritiana. Ou melhor: acidentes na visão do estagirita. No grego, simples é ´aplous, correto? (grafei em português) e teria alguma coisa a ver com o simploquético? E quanto à pleonexia já tentou explicitar no próprio texto( um tipo de invidia/desire so on) pelo que me parece. E obrigado por escrever aqui nesse humilde blog. Quem na verdade se admira de você sou eu. Fiquei ontem estarrecido com essa giga intelingência. Um forte abraço e escreva sempre.
enviada por WILSON LUQUES COSTA
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