Rapsódia da Contemporaneidade













05/03/2007 17:41

Sábado estive num encontro presencial de um curso que venho fazendo. Um curso EAD. E eu estou retomando a minha alegria e estou simpático, como sempre fui, com todo mundo. Sem aquele mau humor que me habitou de uns tempos para cá. E eu gosto do ser humano. Por isso converso com todo mundo sobre tudo. E gosto também de cumprimentar, coisa que aprendi com os meus pais. Mas houve um colega na roda, filósofo, que não me deu a mão. Aliás olhou-me de soslaio. Entendi o seu ato. E continuou a falar de filosofia. Peguei um caderno e escrevi uma frase de duas linhas com uma palavra para cada em inglês, latim, grego, alemão e português. E me despedi assim: ´com licença, vocês percebem que não é difícil querer ser um filósofo.´ Depois ainda tentei lhe demonstrar o PZ, mas quase desisti, porque não conseguia me responder a seguinte pegunta singular: Quanto é 1 x 0 ? - e ele titubeando e eu quase lhe compreendendo a sua insatisfação intuitiva comigo.

enviada por WILSON LUQUES COSTA






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